Um resort só de juízes, uma ilha só de promotores e uma comarca só de advogados

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No bar do foro principal de uma grande cidade brasileira estão um advogado, um juiz e um promotor. Falam do congestionamento de alguns cartórios, da precariedade de funcionamento dos JECs, das dificuldades para operar o processo eletrônico e dos movimentos localizados para que o Ministério Público não possa realizar investigações.

Aborrecido, o promotor chuta algo no chão. O magistrado faz que não vê. O advogado se abaixa e pega – era uma lâmpada mágica. Esfrega-a e, como de praxe, sai um gênio.

Este, agradecido por ter sido libertado, diz que realizará um pedido de cada um deles. Era só pedir!

O juiz impõe que, por ser magistrado, tem preferência na escolha. Analisa a carreira sofrida dele e dos colegas.

– Eu quero um resort paradisíaco, melhor que os da Bahia, para formar uma república só de magistrados, sem problemas e sem processos. Nosso compromisso será apenas com a hermenêutica.

O gênio imediatamente realiza o pedido, transferindo o juiz para lá, com direito a patrocínio chancelado pela federação dos bancos.

Depois, o promotor – que gostara da idéia do magistrado – pede:

– Eu quero uma ilha que lembre o Éden, para formar uma república só de promotores, mas distante dos juízes e sem advogados.

O gênio concede o pedido e situa o promotor num dos locais insulares mais lindos do mundo.

Virando-se para o advogado, o gênio pergunta:

– E o senhor, que ficou por último, o que pede?

Ao que o advogado responde:

– Oh, gênio, já que me fizeste dois favores tão grandes, me oferece um chimarrão e está tudo certo…

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Fonte: Espaço Vital

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