Dicas para provas dissertativas

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A redação de texto dissertativo tem se tornado um mecanismo muito importante de avaliação e classificação dos concorrentes a concursos públicos. Entretanto, é muito comum os candidatos dedicarem seu tempo de estudos à prova objetiva e deixar a redação por último. Em consequência disso, na maioria das vezes, passam na objetiva e reprovam na redação. Portanto, não dá para subestimá-la – é preciso exercitar.

O que mais compromete o texto e representa a maior dificuldade das pessoas é não saber encadear as ideias e não saber fazer a devida articulação entre elas. Sendo assim, é necessário que o candidato se concentre em empregar conexões adequadas entre as partes do texto. É preciso, ainda, ter cuidado com os erros de linguagem: concordância, regência e pontuação. Dicas: em relação à vírgula, se tiver dúvida, o melhor é não empregá-la; nas provas, normalmente há os textos chamados “textos de motivação” que servem como subsídio para a redação, extraia deles as palavras principais e as utilize em cada um dos parágrafos de desenvolvimento de seu texto, mas nunca copie trecho algum, pois isso é proibido.

Agora, o difícil mesmo, para muitos, é começar. Em primeiro lugar, o candidato deve aprender a fazer um projeto de texto a partir da proposta que a banca oferece. É imperativo lembrar que não se está fazendo um concurso de redação, mas uma redação para ser aprovado em um concurso a um cargo público. O ideal, portanto, é ser bastante simples e, se a inspiração não vier, fazer o primeiro parágrafo de forma padrão: apresentação da tese e de três argumentos. Dica: inicie a prova pela leitura da proposta de redação e, em seguida, faça o projeto do texto da prova discursiva – seu texto tem de ter objetivo, isso faz toda a diferença. Siga para a prova objetiva, para depois fazer a redação. Geralmente, é possível aproveitar as informações contidas no corpo da prova objetiva para produzir o texto.

Para que o texto possa ficar excelente, o candidato tem de ter bons conhecimentos sobre o assunto a ser abordado como também ter conhecimentos em língua portuguesa – os dois aspectos são equivalentes em importância. Porém, quando a pessoa tem bastante treino com a língua, fica mais fácil a produção do texto, especialmente se ela dominar os elementos de coesão. Em relação aos conhecimentos de língua portuguesa, estou me referindo à estrutura e à linguagem do texto dissertativo. Subentende-se que quem domina esses dois aspectos não tenha dificuldades com a ortografia e outros aspectos gramaticais que, em prova, inclusive, pouco peso têm.

Assim, ao contrário do que muitas pessoas pensam, a redação não é tão subjetiva, pois existem os critérios estipulados pela banca e são eles que deverão nortear os estudos. Como se preparar? Estudando a linguagem e a estrutura dissertativas e fazendo muita redação. Dica: produza textos dissertativos, com base nas propostas das provas anteriores como também em propostas com assuntos semelhantes, e contrate um professor para corrigi-los. Isso fará toda a diferença!

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