Pokemon no … Judiciário GO!

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A tecnologia traz cada dia novos dilemas para a sociedade e – é claro – para o mundo jurídico. Em 2015, o CNJ deve que se ocupar em decidir se o uso de terno e gravata seriam ou não obrigatórios durante sessões de julgamento no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro e no Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região, com sede na capital fluminense. Agora, em 2016, talvez o Conselho tenha que julgar se pokemon podem ou não ser caçados nas dependências físicas dos fóruns e tribunais.

Pode parecer exagero ou piada tosca, mas é inegável que o jogo Pokemon Go tem criado situações inusitadas e que fogem do esperado. Nos países europeus, onde o jogo estreou há mais tempo, o jogo aumento o número de roubos de celulares, de acidentes no trânsito e também criou serviços de taxi destinados a mestre pokemon. Lançado no dia 03 de agosto no Brasil, o jogo tornou as praças brasileiras mais movimentadas e colou jovens e adultos com os olhos nas telas do celulares e os pés nas ruas.

Imaginem a cena – que não é tão improvável assim – de um pokemon raro estar escondido dentro do Fórum Criminal da Barra Funda, o local pode ser “alvo” de jogadores querendo capturar o monstrinho. Como proceder? Nos Estados Unidos, alguns monstrinhos foram colocados dentro do Museu do Holocausto, em Washington. A direção fez uma reclamação a fabricante do jogo e pediu que as pessoas não usassem o aplicativo no local.

Aqui no Brasil, os pokemon já chegaram em praticamente todos lugares, inclusive no gabinete do presidente interino Michel Temer foram vistos pokemon a espera de um combate. E aí, temos que pegar?


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