As lições dos heróis e anti-heróis da Rio 2016

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girl standing on diving board

Os personagens que mais se destacaram na Rio 2016 oferecem lições importantes para a educação da escola e da família.

Primeiro, o exemplo dos heróis. Eles mostraram que lidar bem com o fracasso é fundamental para alcançar vitórias, tanto no esporte, como na vida. Só alcança o pódio quem caiu, levantou, teve coragem e perseverança para tentar outra vez. É essa atitude que nos torna mais fortes.

Apesar disso, na educação dos filhos, muitos pais colocam as crianças numa redoma, tentando mascarar seus tropeços. Na escola, a forma de lidar com notas baixas e até reprovações em algumas matérias acaba fazendo com que os alunos, em vez de encarar os desafios, passem a evitá-las  – exemplo da matemática, o bicho-papão de muitos que desistem porque “não levam jeito para números”.

Essa apatia diante de fracassos iniciais não deve ser estimulada pelos pais. Há que ensinar que as vitórias são construídas com quedas e novos esforços. Cada herói olímpico conquistou esse lugar porque disse: “Eu vou conseguir”.

Infelizmente também existiram os anti-heróis e suas ações, por sua vez, também podem ser material para o ensino a partir de certas chaves de leitura. O caso de Ryan Lochte e o grupo de nadadores americanos é exemplar às avessas. Mentira, calúnia, depredação de bens públicos, bebedeira ao longo da madrugada, nada disso combina com o que se espera de um ídolo olímpico.

A atitude do grupo dos EUA, inventando um falso assalto cometido por brasileiros, não foi só uma afronta aos anfitriões dos Jogos, mas também um deliberado desprezo pelo sentimento de milhares de crianças americanas, que podiam tê-los como ídolos e modelos.

Os Jogos 2016 deixam um legado educacional importante para que pais e professores, através desses exemplos, ensinem atitudes de vida e reforcem valores de disciplina, bravura, honradez e humildade.


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