Estudo prevê remuneração salarial média para advogados

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Ano novo, crise velha. A crise econômica que marcou em 2016, ainda segue influenciado as análises conjunturais em 2017. Mas como quase tudo sempre tem um lado bom, advogados especializados em áreas que tem relação direta com as preocupações do mercado com a crise, prometem ter um ano promissor. Essa é a conclusão do estudo da consultoria Robert Half, a qual pesquisou a remuneração média para 8 áreas jurídicas em bancos, empresas e escritórios de advocacia.

“Neste momento difícil para a economia do país, muitos contratos e acordos são quebrados, o que dá força para a área contenciosa como um todo”, afirma Mariana Horno, gerente de divisão da consultoria responsável pelo estudo.

Empresas em apuros sob o ponto de vista financeiro também têm demandado advogados com experiência em recuperação judicial e reestruturação de dívidas. Segundo o levantamento, a onda de demissões e cortes tem rendido muito trabalho para a área trabalhista, tanto sob o viés contencioso quanto consultivo — uma tendência que deve se manter em 2017.

O direito tributário também continuará em alta, com destaque para advogados com experiência em consultoria voltada para planejamento de tributos. Além disso, diz Horno, mudanças na legislação e a crescente necessidade de atender regulamentações dão fôlego para profissionais especializados em compilance e na área concorrencial.

O estudo ainda traz dados sobre as características comportamentais mais importantes no advogado que opta pela carreira corporativa no Brasil. “ Ele já não se contenta mais em ser simplesmente um apoiador para as demais áreas de negócio ou um apagador de incêndios quando algo dá errado. Ele quer ser um executivo de Direito e não somente um advogado”, afirma o relatório.

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