Entrevista feita por Diego Prezzi Santos e Bruna Azevedo de Castro com o Professor Doutor Luiz Regis Prado

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O Professor Regis Prado é natural da terra norte-paranaense, onde realizou seus estudos de graduação em Direito na Universidade Estadual de Londrina.  Em São Paulo, continuou sua formação acadêmica obtendo os graus de mestre e doutor em Direito na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Também nessa região paranaense desenvolveu-se profissionalmente. Na Universidade Estadual de Maringá, forjou sua carreira universitária galgando o ápice como professor titular de Direito Penal, por concurso público de provas e títulos. Na Universidade Estadual de Londrina, lecionou durante vários anos no curso de mestrado a disciplina Teoria Geral do Direito, e, na especialização, Direito Penal. Ainda no Paraná, vinculou-se por concurso público ao Ministério Público, e exerceu o cargo de Promotor de Justiça. Na atualidade, além de sua atuação como jurista e autor consagrado, integra o corpo docente do programa de pós-graduação stricto sensu da Faculdade Autônoma de Direito (FADISP). Entre suas principais obras jurídicas, podem ser mencionadas: Curso de Direito Penal brasileiro (2v.); Tratado de Direito Penal brasileiro (4v.); Direito Penal do Ambiente; Direito Penal Econômico e Bem jurídico-penal e Constituição, entre outras.

COMO O SENHOR CHEGOU AO DIREITO PENAL?

Na graduação da Universidade Estadual de Londrina, tive o prazer de ter como professor, um grande cultor do Direito Penal, Juarez Tavares, que àquela época, recém egresso de pós-graduação na Alemanha, dedicava-se ao ensino do Direito Penal. Durante três anos absorvi suas magistrais lições, e desfruí de seu companheirismo. Nesse período, começou a se desenvolver em mim o amor pela ciência do Direito Penal, que ainda perdura.

E A SUA EXPERIÊNCIA DE ESTUDOS NO EXTERIOR?

Aqui, limito-me a enumerar as duas mais importantes experiências jurídicas vividas por mim no exterior. Assim, depois de concluído o doutorado, e já como professor adjunto de Direito Penal, realizei estágio de pesquisa pós-doutoral na Universidade de Zaragoza (Espanha), onde tive a honra e o privilégio maior de ser orientado pelo insigne mestre José Cerezo Mir, que me abriu definitivamente os horizontes para doutrina da ação finalista criada por Hans Welzel, do qual era discípulo direto. Num ambiente de cultivo à ciência do Direito Penal, dediquei-me de forma intensa e total ao estudo e à pesquisa no campo penal e na filosofia geral e jurídica. Aí desfrutei também de salutar convivência e intercâmbio de ideias com grandes penalistas, tais como, José Luís Díez Ripollés; Carlos Maria Romeo Casabona; Luís Gracia Martín, Miguel Boldova Pasamar, Alicia Gil Gil, Juan Manuel Lacruz Lopes, Mariano Melendo Pardos, entre tantos outros. No período, escrevi sobre dogmática penal e questões gerais envolvendo Direito Penal Econômico e Ambiental. Posteriormente, tive a oportunidade de realizar estudos pós-doutorais no Centro de Direito Ambiental da Universidade Robert Schuman de Estrasburgo (França), onde aprofundei estudos sobre responsabilidade penal de pessoa jurídica, matéria jurídica ambiental, sistema jurídico francês e estrutura de poder e governo na Europa comunitária.

COMO FICOU ESCLARECIDO NA PRIMEIRA PARTE DA PERGUNTA, O SENHOR TEM UMA SÓLIDA FORMAÇÃO EM DOGMÁTICA PENAL E FILOSOFIA. QUAL É A SITUAÇÃO DA DOUTRINA FINALISTA NA ATUALIDADE?

Penso que na atualidade o Direito Penal no país vive um momento pouco auspicioso, eivado de incertezas e distorções. Isso em grande parte por força da própria situação do mundo em que se vive, dominado pela informação, fragmentário, contingente e falacioso. No que diz respeito à metodologia de matiz finalista, quer me parecer que continua sendo a aproximação dogmática preferível, dotada de grande logicismo e coerência, tanto nos aspectos gerais como nos especiais do arcabouço teórica do delito. É ainda predominante na doutrina e na jurisprudência brasileiras. Insignes penalistas latino-americanos dão guarita a essa concepção. Tem forte âncora na Espanha, onde vem cultuada por conhecidos professores de várias universidades. A Universidade Nacional de Educação à Distância, que congrega o maior número de estudantes de Direito do país, veicula firmemente a referida diretriz.  A “Escola” deixada pelo saudoso Professor José Cerezo Mir constitui um exemplo de performance, seriedade e reputação científicas. É certo, porém, que outras concepções penais, especialmente de linha normativa-funcionalista, têm pululado entre alemães e espanhóis, ocupando espaço num verdadeiro tour de force a partir da concepção causal de delito, ou operando fusão com elementos de ordem finalista ou de outra esfera. Com sistemáticas próprias, em base causalista, podem ser mencionadas a tradicional doutrina italiana e a francesa. No Brasil, mais recentemente, como não poderia deixar de ser, tem-se assistido o nítido eco das primeiras elencadas, ainda que minoritárias, e, em geral, com recepção acrítica. Aqui cabe a advertência, aos menos avisados, para com as falácias, “modismos” e “artificialismos” hoje em voga.  Pode-se afirmar – em paráfrase de Freud – que nem tudo que é novo ou apresentado com roupagem nova significa progresso ou é o melhor a ser seguido. De igual modo, todas as correntes de pensamento jurídico propaladas com seriedade científica têm a sua razão de ser, e devem ser objeto de reflexão e respeito.  No mundo das ideias, em sede de teoria, ciência ou filosofia, nada existe meramente ultrapassado pelo tempo, como se deixasse de produzir efeitos, de influir no pensamento advindo a posteriori. É bastante o exemplo da contribuição helênica para a cultura ocidental ou a influência decisiva da filosofia liberal do séc. XVIII. Não há, por assim dizer, “propriedade” nem “exclusividade” no campo do conhecimento científico, seja do Direito, seja de outra ciência ou filosofia. É ele portador de um dinamismo próprio que consigna seu avanço. Em geral, o ideário filosófico, científico, evolui com o perpassar do tempo. Mas é igualmente verdadeiro que as grandes e bem lançadas concepções não restam adstritas muitas vezes à sua época. Perpetuam-se no tempo, na história. Em realidade, torna-se imprescindível pensar muito, muito além, levando-se em conta sobretudo o que de fato importa (mais que a adoção de uma ou outra teoria): o conhecimento e a aplicação correta e eficaz do Direito Penal com vistas à realização da justiça, de conformidade com os parâmetros do Estado Constitucional de Direito, da Constituição e da lei.

PROFESSOR, JÁ QUE O SENHOR TRATOU DE CONCEPÇÕES DOGMÁTICAS, ELAS SÃO REALMENTE IMPORTANTES PARA A BOA APLICAÇÃO DO DIREITO PENAL, DE UM DIREITO PENAL JUSTO?

Esta pergunta atinge o ponto nodal da questão. O mais importante é que se tenha a aplicação do Direito Penal conforme as diretrizes do Estado Constitucional de Direito e da Constituição que o agasalha em determinado país. É claro que há concepções mais coerentes e menos coerentes, concepções mais realistas e menos realistas, e em geral em dissintonia com a realidade fática e cultural. Neste sentido, penso que a dogmática penal finalista, em essência, e para o sistema jurídico continental, desponta como a que melhor se coaduna ao verdadeiro Estado democrático de Direito. Também, sua concepção do homem como pessoa gizada constitucionalmente. Todavia, adotar uma ou outra doutrina não se apresenta como o aspecto mais relevante, mas sim que esteja ela em consonância com o referido modelo de Estado e os direitos e garantias fundamentais albergados na Constituição.

APROVEITANDO A PERGUNTA ANTERIOR SOBRE ESTADO CONSTITUCIONAL, INDAGAMOS SOBRE A OPERAÇÃO LAVA-JATO E A CORRUPÇÃO QUE DEVASTA O PAÍS ATUALMENTE?

Essa é uma matéria, meus caros, que está todos os dias em todos os meios de comunicação, infelizmente. A questão da corrupção, de caráter praticamente endêmico no Brasil, é algo que não vem de hoje, é algo bastante antigo. O que se tem – a partir do Mensalão e da Operação Lava-Jato – vem a ser a emersão de um determinado tipo de corrupção e manipulação de dinheiro público jamais vistas na história do país. Isso, por seus elementos constitutivos, implica a ação de governos e operadores ligados ao poder em todos os níveis, e com variados matizes políticos.  Então, a Operação Lava Jato, vamos dizer assim, constitui exemplo de atuação eficaz do poder competente (Poder Judiciário) na aplicação da lei penal, de um grande esforço contra-corrupção-impunidade. Ainda que mostre apenas uma parte do grande iceberg da corrupção e do desvio de dinheiro público. Lamentavelmente.

DEBATE-SE EM LIVROS, ARTIGOS E CONGRESSOS SOBRE A BASE TEÓRICA DA OPERAÇÃO “LAVA-JATO”. HÁ CRÍTICAS DE QUE NÃO SE RESPEITA A LEI FUNDAMENTAL E NEM AS BASES DO DIREITO PENAL. QUAL SUA OPINIÃO A RESPEITO DESSE ASSUNTO?

Meus caros, antes de mais nada, gostaria de assentar que uma operação de combate à corrupção dessa envergadura, conduzida por homens, é altamente complexa. E dificilmente é perfeita. Todavia, penso que é preciso evitar os extremos, é preciso balizar. Explico: tanto não se deve buscar a punição a qualquer preço como não se deve deixar de lutar contra a impunidade e todas as formas de corrupção que têm assolado há séculos o país. Este é o dilema, que, aliás, me faz lembrar a magnífica lição aristotélica na Ética a Nicômacos do “justo meio” entre os extremos. Na realidade, trata-se de aplicar a lei penal em obediência ao marco constitucional e legal, sem leniência, sem tergiversação. É necessário, por exemplo, que o Legislativo reforme o sistema normativo processual penal, e que o Direito Penal deixe de se preocupar tanto com bagatela ou reparação do dano. No caso da “Lava-Jato”, não se cuida de uma, mas de várias operações conjuntas, o que potencializa resultados, mas também eventuais deslizes. A mencionada operação em muitos aspectos tem arranhado a Constituição. É um fato. Por exemplo, não é admissível no sistema jurídico brasileiro a criação de forma de imputação subjetiva por qualquer órgão que não seja o Poder Legislativo, no caso, o Judiciário. O Código Penal é claro quando institui o dolo e a culpa como vetores fundamentais e únicos de imputação subjetiva penal. Não há espaço, tecnicamente falando, para criação de outro modelo em prejuízo do réu. Tem se verificado, lamentavelmente, o agasalho da chamada teoria da “ignorância deliberada”, que significa nada menos do que o translado de uma concepção alienígena estranha, portanto, ao sistema constitucional e penal brasileiros, sem nenhum amparo na lei. Na verdade, não se pode utilizar qualquer meio para se atingir determinado fim. Como se diz, os fins não devem justificar os meios.

ESSA IMPORTAÇÃO DE INSTITUTO JURÍDICO-PENAL ESTADUNIDESTE PARA O BRASIL É REFLEXO DE ATIVISMO JUDICIAL?

Na verdade, o traslado puro e simples de institutos e concepções feitos e amoldados para determinado sistema jurídico, no caso, common law, constitui uma temeridade. É extremamente delicado de se amoldar à sistemática continental e à garantia dos direitos fundamentais. Em princípio, essa concepção não constitui o melhor modelo teórico ou legislativo para o sistema brasileiro, sobretudo, no campo jurídico material. Esta questão de influência teórica vem a ser, no fundo, produto da globalização e da preponderância cultural, econômica, comercial, etc., e não da superioridade do sistema adotado. Não se pode deixar de contextualizar a matéria conforme o mundo cultural e normativo do país. Quanto ao ativismo judicial, tange-se outra questão polêmica. O ativismo judicial, especialmente nos tribunais superiores, tem crescido de forma assustadora no Brasil nos últimos anos. Isso por inúmeros motivos que não vem ao caso aqui descrevê-los todos. Apenas para ficar com um dado, a ausência de atuação do Poder Legislativo com presteza e celeridade necessárias constitui um deles. De qualquer forma, e em geral, o ativismo judicial quando contraria a lei e a Constituição não deve ser admitido. Ainda que o julgador tenha uma importante função interpretativa, isso não significa que possa substituir o legislador ordinário. Se isso ocorrer, atenta-se claramente contra a tripartição das funções estatais e, por conseguinte, contra a Lei Fundamental. Atinge-se também a segurança jurídica, pedra angular do Estado de Direito.

MUITO SE FALA NA PRISÃO EM SEGUNDA INSTÂNCIA OU EXECUÇÃO ANTECIPADA DA PENA. O QUE O SENHOR PENSA A RESPEITO?

Antes de mais nada, alerto que sou a favor da aplicação correta, firme e célere do Direito Penal. Inclusive, para fazer frente à impunidade (contribuir para sua diminuição). Mas isso não significa flexibilizar as premissas estritas do Estado Constitucional de Direito, dando lugar, por exemplo, à insegurança jurídica (aliás, é o que se vive hoje, com o “vaivém” jurisprudencial, “festival” de ações e de recursos – cabíveis e incabíveis, “espetacularização” da justiça, etc). Não há que deixar-se convencer por proselitismos:  ser “garantista” não significa ser a favor da impunidade, mas sim ser conforme aos ditames constitucionais-legais, nada mais nada menos. Posto isso, respondo brevemente ao questionado. De primeiro, é necessário secundar em certa medida a vigência do princípio constitucional da presunção de inocência, sem confundi-lo, como muitas vezes tem ocorrido, com outros princípios, igualmente essenciais, como o de culpabilidade e o de imputação subjetiva.  É correta a existência de um número exagerado de recursos no sistema processual penal brasileiro. Este ponto é importantíssimo e merece atenção urgente do legislador. Repito, do legislador.  Como mencionado, não se pode simplesmente comparar a realidade normativa e cultural do Brasil com outros países.  A execução antecipada da pena, como posta recentemente, aparece de difícil aceitação, como obra pretoriana, pura e simples. A jurisprudência, seja em que nível for, não deve, em sintonia com a Constituição e o Estado democrático de Direito, criar ou antecipar a aplicação de pena. Demais disso, para ficar apenas nessa hipótese, não se trata tecnicamente de prisão preventiva e nem mesmo de prisão-pena, e sim de terceira forma de aprisionamento sem previsão legal. E isso é, no mínimo, preocupante. De outro lado, e em princípio, não há óbice nenhum à execução da pena a partir do julgamento em 2º grau, mas não da forma como está sendo realizada. Cabe ao Legislativo operar a transformação, isto é, prevê-la claramente através de normativa apropriada. Ademais, essa fórmula de execução de pena não constitui a panaceia de todos os males do sistema criminal, tampouco vai “acabar” com a corrupção ou a impunidade, como de forma ingênua vem sendo noticiado. Na verdade, e sem ilusões, a matéria é muito mais complexa e profunda. Trata-se apenas de um “endurecimento” do sistema, que pode ensejar de certo modo a reafirmação da ordem jurídica, a diminuição da sensação de impunidade, e, outros efeitos comuns à pena.

PROFESSOR, QUAL O PAPEL DO ENSINO JURÍDICO PARA ESCLARECER E CONTRIBUIR PARA O CONHECIMENTO E APLICAÇÃO MAIS EFICAZ DO DIREITO PENAL NO ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO?

Penso que o ensino e a pesquisa no campo do Direito, em geral, e da ciência do Direito Penal, em particular, devem ser vistas de forma séria e profunda, evitando assim certos modismos, excessos de casuísmo, falsos “progressos”, superficialidades de “resumos”, informações quase sempre inverídicas e sem a devida fonte propagada virtualmente. O ensino do Direito há de ser muito criterioso, buscando a formação jurídica e humanística do acadêmico (a crítica reflexiva – intra e extra sistemática; metodologia de conjunção sistema/problema), e não simplesmente a informação. Demais disso, convém estar atento para com as perversões ideológicas e seus apriorismos, a manipulação da história e dos conceitos, enfim as concepções que em última análise levam à objetivização, à “coisificação”, do ser humano – como, aliás, foi destacado há muito tempo por Beccaria e Kant. Também, impõe ficar alerta para não cair nos sectarismos políticos, morais, ou sociais, nos extremismos, nos “nacionalismos”, na farsa do “politicamente correto”, etc. O Direito tem relação estreita com a política, mas com ela não se confunde. Ainda, convém dizer que é mais do que nunca indispensável ter em conta o homem situado e o contexto histórico-cultural em que se encontra inserido num momento determinado. O homem, a conduta humana, deve ser o alvo principal da tutela jurídica penal, e não o “papel”, a representação, ou qualquer outro “instrumento” que se invente ou utilize. Assim, reafirma-se que o homem deve ser sempre o centro de todo o Direito.  O docente tem importância crucial no sentido de ensinar e fazer divulgar, de forma objetiva e clara, o Direito enquanto ciência, sempre conforme à Constituição e à lei. Esta ideia deve servir como verdadeiro guia nos muitos e espinhosos caminhos da docência e da investigação no âmbito das ciências jurídicas.

Para finalizar, gostaríamos de externar o nosso agradecimento ao senhor pela breve e fecunda entrevista, e salientar que se trata de uma excelente oportunidade para a comunidade jurídica conhecer ainda mais alguns aspectos do seu pensamento, para além dos livros e artigos. Sempre didático, profundo, crítico e, de modo bastante salutar, com caráter garantista e enfoque humanista indispensável ao Direito e à sociedade.  O senhor em cada fala menciona o constitucional, a dignidade humana, o Estado Constitucional, leitura que claramente é reflexo de uma compreensão antropocêntrica do sistema jurídico. Algo cada vez mais indispensável no mundo atual.  Muito obrigado. Diego Prezzi Santos e Bruna de Azevedo de Castro.

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81 respostas para “Entrevista feita por Diego Prezzi Santos e Bruna Azevedo de Castro com o Professor Doutor Luiz Regis Prado”

  1. Talita Mayumi disse:

    Excelente entrevista. Coerente e precisa. Parabéns ao entrevistado, entrevistadores e a editora.

  2. BRUNA AZEVEDO DE CASTRO disse:

    Profundidade científica e pensamento coeso são as marcas desse grande jurista que é, indubitavelmente, autor melhores e mais verticalizadas obras de Direito Penal no Brasil.

  3. Talita Mayumi disse:

    Verdade.

  4. Luís Roberto Gomes disse:

    Entrevista cujo conteúdo revela extrema lucidez e profundidade científica. O professor Luiz Regis Prado responde questões tormentosas com sabedoria e conhecimento ímpares, apontando o norte científico que desvenda os melhores caminhos no conturbado cenáculo hodierno. Parabéns ao professor e ao grupo editorial pelo excelente trabalho.

  5. Carol Noura disse:

    Parabéns pela iniciativa da entrevista Diego, Bruna e corpo editorial. Uma verdadeira aula de direito do grande jurista s ilustre professor Regis Prado. Muito coerente e atual!

  6. Sandro Godoy disse:

    Parabéns ao Prof Dr. Regis magnífica entrevista sempre claro em suas posições e parabéns aos entrevistadores, pauta de entrevista muito bem preparada.

  7. Luís Roberto Gomes disse:

    E parabéns a Bruna e ao Diego pela entrevista, deixando registrado que foi a sólida formação científica de ambos que tornou possível navegar em águas tão profundas, parafraseando aqui Dom Mário Coimbra.

  8. Wank Medrado disse:

    A sobriedade jurídica do Prof. Regis Prado encanta a todos. Homem de conhecimento profundo e didática invejável. Entrevista muito bem conduzida como esta gera grande contribuição para o mundo científico.

  9. Anderson Brasil disse:

    Parabéns ao GENJURÍDICO e aos colegas Diego Prezzi Santos e Bruna Azevedo de Castro pela condução da entrevista. O Professor Doutor Luiz Regis Prado, com precisão cirúrgica, respondeu as indagações e nos presenteou com essa belíssima aula.

  10. DIEGO PREZZI SANTOS disse:

    Foi um momento bastante especial e repleto de conhecimento. O professor Luiz Regis Prado é um homem do mundo e a cada contato há melhora do interlocutor. Obrigado pela oportunidade.

  11. ANNE RÁVYLLA disse:

    Sou Anne Rávylla, curso direito estou no 9° período da faculdade UNIALFA. Quero parabenizar pela excelente entrevista. Agradecer por possibilitar uma visão cientifica a respeito dos temas, estes tão abordados pela mídia, entretanto de forma figuradas no quais fazer a população ter uma visão desregulada da situação.

  12. Warley Miguel de Assis rocha disse:

    Parabéns Prof.Regis Prado pela excelente entrevista passando para todos nós com muita sabedoria sobre a situação que esta acontecendo no cotidiano da sociedade brasileira.Sou warley Miguel do 9° Período matutino do centro universitário Alves Faria “UNIALFA”

  13. Reinaldo Rosa disse:

    Parabéns professor Regis Prado, excelente entrevista e como sempre proporcionando uma grande contribuição para o mundo jurídico.

  14. Talyta Souza Silva disse:

    Professsor Luiz Regis Prado, parabéns pela entrevista! Obrigada por contribuir com toda sabedoria, e com amplo conhecimento a respeito das temáticas levantadas, estas, tão importantes para toda a sociedade, em especial a todos os acadêmicos do direito.

    Talyta Souza, acadêmica do 9º período do curso de Direito do UNIALFA.

  15. Jordmarllon Javé Marques de Castro Vilela disse:

    Parabéns Prof.Regis Prado pela excelente entrevista realmente uma experiência excelente, nos transmitindo com muita sabedoria seu conhecimento sobre a situação atual do nosso país. Meu nome é Jordmarllon e sou do do 9° Período matutino do centro universitário Alves Faria “UNIALFA”.

  16. Rosely de Oliveira Pinheiro disse:

    Gostaria de parabenizar o Prof. Luiz Regis Prado pela excelente entrevista e sábias palavras. De forma objetiva, expôs a necessidade da compreensão e estudo do direito penal, bem como, de todos os temas que dele derivam sob o prisma da constitucionalização,nos permitindo construir uma outra visão de assuntos que atualmente são abordados apenas sob uma perspectiva midiática.
    Rosely de Oliveira Pinheiro, aluna do 9° período (matutino) do Unialfa.

  17. Nelson Bugalho disse:

    A entrevista do professor Regis revela seu absoluto compromisso com um Direto Penal justo, alinhado com o Estado Constitucional de Direito. Enfrentou questões atuais do cenário nacional com coragem e sabedoria, características suas e que seus discípulos conhecem muito bem. Parabéns caro professor!

  18. Sou Gerdaliane Gonçalves,curso o 5°período de direito na faculdade UNIAlFA, quero aqui parabenizar ao Prof. Luiz Regis Prado, pela excelente entrevista,que com muita precisão, respondeu a alguns assuntos que estao em alta no mumdo político de hoje.

  19. Cynthia Malta disse:

    Primeiramente, gostaria de parabenizar o professor Diego Prezzi pelo esclarecimento acima exposto.
    Em segundo plano, vale dizer: brilhante abordagem ao longo do texto sobre o princípio da dignidade da pessoa humana. Ressaltando que a aplicação do direito deve ser feita em consonância com os ditames da Carta Maior. Ponto fundamental e muito bem exposto.
    Ainda, sobre a realidade brasileira no âmbito penalista, reitero o que foi abordado pelo Dr. com maestria: é necessário que haja uma aplicação eficaz do Decreto-Lei 2848/40. A título de exemplo, pode-se lembrar de que o adultério, antes tipificado como infração penal, hoje não o é. Pois, de fato, como bem disse Inocêncio Mártires Coelho (ao tratar sobre a força normativa da CF), o Direito precisa acompanhar as mudanças fáticas e axiológicas que ocorrem na sociedade, sob pena de não se manter operativo.
    Mais uma vez, parabenizo o Doutor Diogo Prezzi e agradeço pela excelente colaboração!

    Cynthia Malta
    5º período UNIALFA

  20. Damariz Magalhães C. Pinho disse:

    Professor Regis Prado, agradeço pelas sábias palavras e pela clareza como que o Senhor explana sobre os assuntos abordados. É de grande vália oportunizar a nós acadêmicos de Direito através desta entrevista a possibilidade de uma visão científica e repleta de conhecimento a respeito dos temas abordados sobre nossa atualidade e que tem se tornado corriqueiros da sociedade brasileira nos deixando com a sensação de que precisamos buscar cada dia mais pra não sermos levados pelo achismo da maioria. Grata por contribuir com tanta sabedoria e vasto conhecimento a respeito dos temas abordados.
    Damariz Magalhães, cursando 4 período de Direito na UNIALFA.

  21. Gustavo Henrique Gomes de Souza disse:

    Gustavo Henrique Gomes de Souza, estudante direito estou no 5° período noturno da Universidade UNIALFA, parabéns prof. Luiz Régis Prado, pela entrevista pelas respostas precisas sobre a atual situação do direito penal do, evidenciando o respeito e subordinação a carta magna a ser seguido na aplicação do direito penal brasileiro.

  22. Murilo Monteiro Magalhães disse:

    Parabéns Professor Luiz Régis Prado, pela excelente entrevista levantando pontos bem tratados no nosso direito e na sociedade, e também bastante coerente em suas sábias palavras, bastante ditas para conhecimentos futuros no nosso cotidiano.
    Murilo Monteiro Magalhães, estou cursando o 5° 5°período de Direito noturno, na instituição UNIALFA.

  23. A entrevista do Professor Luiz Regis Prado é um convite ao pensamento. Trata-se de um jurista renomado de formação sólida e ampla,a qual demonstra a profundidade de seus conhecimentos.
    O convite ao pensamento faz parte da força de suas aulas e dos cursos memoráveis. Além disso, expressa sua presença sempre aberta ao diálogo com o respeito que brota naturalmente de sua postura, de modo aberto, magnânimo, sempre voltado aos aspectos positivos do Direito Penal, jamais crítico ou irônico.
    Professor Regis Prado, seu convite ao pensamento descortina novas esperanças, em horizontes que apelam à reflexão, enquanto nos debruçamos sobre o futuro de nosso país, num caminhar que nos leve a essência da Ética, do Direito e da Filosofia, na medida em que somos encaminhados ao fundamento do Estado Democrático de Direito.
    Muito obrigado Professor!

  24. Dedierre Gonçalves da Silva disse:

    Parabéns ao Professor Doutor Luiz Regis Pedro, por compartilhar um pouco do seu conhecimento, bem como expressar seu entendimento a respeito dos assuntos abordados. E é mister parabenizar os entrevistadores, que tão bem souberam conduzir o artigo. Em relação aos escândalos de lavagem de dinheiro, que infelizmente assolam nosso país, como pronunciado tão bem pelo próprio professor, é de suma importância acentuar que todo cuidado é pouco em casos como esses. E que tudo deve ser tratado dentro da lei, para evitar qualquer tipo de afronta. Também é muito bem abordado a respeito da importação de mecanismos, assuntos decididos recentemente pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e o ativismo judicial. Sendo este último um caso a ser muito bem analisado, como é deixado claro, pois pode colocar em risco princípios constitucionais. Mas enfim, venho a agradecer ao Doutor Luiz Regis, por expor um pouco mais de seu percurso acadêmico e seus entendimentos. Obrigado!
    Discente: Dedierre Gonçalves da Silva – 4º período/Noturno – Direito do Centro Universitário Alves Faria (UNIALFA)

  25. Marília Edina de Andrade disse:

    Parabéns pela excelente entrevista. Os assuntos abordados são de extrema importância, a entrevista proporcionou esclarecimento coeso e aprofundado do que realmente está acontecendo no mundo jurídico brasileiro.
    Marília Edina de Andrade, aluna 9º Período/Matutino de Direito do UNIALFA.

  26. Gabryella Eduarda Freitas Ishio disse:

    Parabéns prof. luiz Regis Prado por nos transmitir um conhecimento de suma importância do que vem ocorrendo na realidade atual do Brasil. Onde realmente é necessário a aplicação do direito penal com cautela e observância da constituição federal para que seja alcançada uma justiça válida. Também agradeço ao Diego Prezzi e a Bruna Azevedo que conduziram a entrevista de forma bastante sábia. Gabryella Eduarda, académica do 5° período de Direito, Unialfa.

  27. Luciana Caetano da Silva disse:

    Parabéns professor Dr. Luiz Regis Prado. Os seus comentários são sempre científicos e ponderados. Uma verdadeira aula!!! Obrigada por compartilhar os seus conhecimentos.

  28. Josué da Silva de Souza disse:

    Excelentes palavras ditas “tanto não se deve buscar a punição a qualquer preço como não se deve deixar de lutar contra a impunidade e todas as formas de corrupção que têm assolado há séculos o país”.
    Como mencionado, não se pode simplesmente comparar a realidade normativa e cultural do Brasil com outros países.
    A jurisprudência seja em que nível for não deve, em sintonia com a Constituição e o Estado democrático de Direito, criar ou antecipar a aplicação de pena. Demais disso, para ficar apenas nessa hipótese, não se trata tecnicamente de prisão preventiva e nem mesmo de prisão-pena, e sim de terceira forma de aprisionamento sem previsão legal.
    Lindas palavras do Dr. Luiz Regis Prado, mesmo sabendo que ao tardar em julgar ação do nosso judiciário, muitos sairiam sem punição por seus atos, e teríamos um país cada dia pior, pois sairiam impunes.
    Sou graduando no do 5°período do Curso de direito na faculdade UNIALFA, Josué da Silva de Souza. Parabenizo ao Prof. Luiz Regis Prado

  29. Myllena Pereira da Costa disse:

    Excelente entrevista, parabéns prof. de. Luiz Regis Prado. De suma importância os pontos citados, e esclareceu muito bem sobre a atual situação do direito penal no Brasil, suas previsões legais, a carta magna e alguns acontecimentos históricos como a operação lava-jato e mensalão.
    Myllena Pereira da Costa, acadêmica do 5• período de Direito, Unialfa.

  30. Gilciane Allen Baretta disse:

    Prof. Dr. Luiz Regis Prado, como sempre nos brindando com seus conhecimentos em uma entrevista muito bem elaborada. Parabéns a todos os envolvidos. Uma honra tê-lo como mestre.

  31. Fábio de Souza Santana disse:

    Parabéns professor Dr. Luiz Reges Prado, em poucas palavras falou tudo que um sábio pode contribuir para a real situação que nos encontramos no nosso sistema penal. Bom seria se nossos magistrados pudessem meditar com muita atenção sobre suas colocações no tocante do respeito as normas, em especial nossa Constituição. Que a interpretação constitucional seja real e não imaginária, trazendo consigo um verdadeiro ativismo judicial. Colou bem professor, a questão da tão discutida antecipação da pena, não deve ser definida por jurisprudência, e sim em obediência a própria norma. É triste em ver como se comporta alguns ministros da Suprema Corte Brasileira, Ex. Um pergunta pro outro em meio a uma baixaria pessoal: “Qual é a sua proposta”…, pera aí, proposta! Quem apresenta proposta não são os legisladores? O magistrado tem o dever de interpretá-la!!

    Fábio Santana, Aluno do 9º período UNIALFA

  32. Ana Karolina disse:

    Agradecer por possibilitar uma visão ampla a respeito dos temas, estes tão abordados pela mídia, que tem se tornado comum na sociedade brasileira nos deixando com a sensação de que precisamos buscar cada dia mais, pra não sermos levados pela suposições da maioria, aplicando assim com sabedoria o direito penal de acordo com a constituição brasileira. Parabéns pela excelente entrevista.
    Ana Karolina Gomes da Silva,aluna 9° período, Unialfa.

  33. VITOR MENDES DOS SANTOS disse:

    Parabéns professor Dr. Luiz Reges Prado, excelente entrevista.Celebres palavras sobre a operação LAVA-JATO e a CORRUPÇÃO que devasta o país atualmente.

    Discente: VITOR MENDES DOS SANTOS – 4º período/Noturno – Direito do Centro Universitário Alves Faria (UNIALFA)

  34. ANDRESSA DOS SANTOS PEREIRA disse:

    Professor Luiz Regis Prado, grata em compartilhar sua trajetória e modo em que deve ser tratado o Direito Penal, tanto como aluno, bem como operador do Direito. E simplesmente não pecar em falácias e senso comum. Devemos ter todo o aparato para tratar sobre o tema e operar o Direito. Grata pelas suas orientações ao público, parabéns aos envolvidos.

    Andressa Dos Santos Pereira, Aluna do 9º período, matutino, UNIALFA.

  35. Uma bela entrevista. Parabéns ao Prof. Luiz Regis Prado e aos demais participantes da entrevista, tais como: Diego Prezzi e Bruna de Azevedo de Castro.
    Nesta entrevista, foram abordados assuntos de suma importância, esclarecendo muito bem sobre os temas citados. Explicou muito bem a situação atual no Brasil, acerca do assunto da operação Lava-Jato, com uma frase ótima: ” tanto não se deve buscar a punição a qualquer preço como não se deve deixar de lutar contra a impunidade e todas as formas de corrupção que têm assolado há séculos o país.”
    Por fim, concluiu dizendo que: ”o Direito enquanto ciência, sempre conforme à Constituição e à lei.”
    Alexandre Henrique de Lima Feitosa, acadêmico do 5º período de Direito, do UniAlfa.

  36. Marcelo Christian disse:

    Meus parabéns Professor Diego Prezzi. É uma honra e ao mesmo tempo gratificante ler uma entrevista tão coerente e proba como essa, onde aborda pontos fáticos, interessantes e tão bem colocados em pauta. Realmente o Direito Penal passa por mudanças, conseguindo se desviar da impunidade em que vivemos. Pois, nada mais justo do que uma justa aplicação do próprio Direito Penal, todavia definido como a “ultima ratio”, ou seja, é o último recurso ou último instrumento a ser usado pelo Estado em situações de punição por condutas castigáveis, recorrendo-se apenas quando não seja possível a aplicação de outro direito. Aluno do 5° período Marcelo Christian Pereira dos Santos do Centro Universitário Alves Faria-UNIALFA.

  37. Marcelo Christian disse:

    Meus parabéns Professor Luís Regis Prado. É uma honra e ao mesmo tempo gratificante ler uma entrevista tão coerente e proba como essa, onde aborda pontos fáticos, interessantes e tão bem colocados em pauta. Realmente o Direito Penal passa por mudanças, conseguindo se desviar da impunidade em que vivemos. Pois, nada mais justo do que uma justa aplicação do próprio Direito Penal, todavia definido como a “ultima ratio”, ou seja, é o último recurso ou último instrumento a ser usado pelo Estado em situações de punição por condutas castigáveis, recorrendo-se apenas quando não seja possível a aplicação de outro direito. Alunode Direito do 5° período Marcelo Christian Pereira dos Santos do Centro Universitário Alves Faria-UNIALFA.

  38. aminadabe disse:

    Parabéns Professor Dr. Luiz Regis Prado; pela entrevista; comentando sobre assuntos atuais no âmbito jurídico penal, ao velo falar sobre a importância da aplicação do Direito Penal resguardando os direitos Constitucionais, sobre os crimes de corrupção política, a operação lava-jato, ainda vale ressaltar; o que diz respeito à metodologia da matriz finalista, quer parecer continua sendo a aproximação dogmática preferível, dotada de grande logicismo e coerência, tanto nos aspectos gerais como nos especiais da teórica do delito. AMINADABE FERREIRA DE ALMEIDA MARTINS CURSANDO 4* PERÍODO DE DIREITO, NOTURNO UNIALFA.
    Valeu Prof. Anderson Brasil o melhor professor da UNIALFA.

  39. Mara Cavalcante Leal disse:

    Parabéns Prof. Luiz Regis Prado, por uma excepcional entrevista, abordando temas tão atuais e recorrentes em nosso país, de forma admirável. Trouxe em um aspecto objetivo a carência de crítica reflexiva no campo do Direito e em específico do Direito Penal e sua especificidades, salientando ao senso comum que a mídia de fomra industriosa traz. Além do mais, o senhor de forma primorosa menciona a Constituição Federal, nos permitindo uma relexão a determinados assusntos que a mídia apresenta.

    Mara Cavalcante Leal Cursando o 9° Período Matutino UNIALFA.

  40. Ludmila Lourenço de Sousa disse:

    Professor Regis Prado, agradeço pelas sábias palavras e pela clareza como o Senhor aborda os assuntos, Devemos ter todo o aparato para tratar sobre o tema. Grata pelas suas orientações.
    Ludmila Lourenço de Sousa – aluna do 9º período, matutino, UNIALFA.

  41. Sarah de Paula disse:

    Brilhante explanação do tema, parabéns ao professor Luiz Regis Prado,na atual crise política e moral instalada no país são necessárias medidas como lava-jato. A sociedade precisa acreditar no Direito.
    Sarah de Paula Oliveira
    9 período matutino- Unialfa

  42. Prycilla Alves Marques disse:

    Em primeiro lugar gostaria de expor os meus sinceros agradecimentos ao Professor Diego Prezzi e Bruna Azevedo de Castro pela tão bem elaborada entrevista, que objetivou maiores esclarecimentos de ideias satisfatórias para conhecimento do Direito Penal, tanto para os acadêmicos do curso de Direito, quanto às pessoas que não participam do meio jurídico, pois os temas abordamos estão na própria realidade brasileira atual.
    Meus Parabéns para o Professor Doutor Luiz Regis Prado, dono de um respeitável currículo sólido, que nos enriqueceu de conhecimento ao expor sua visão mais apurada, confirmando mais uma vez que a Nossa Constituição e Carta Magna do Direito e deve estar sempre no pódio jurídico, a interpretação da lei não pode substituir o legislador ordinário, em respeito a segurança jurídica.
    Os casos de corrupções tratados atualmente, como Operação Lava jato, entende –se que é o Direito Penal em evolução, aplicação da lei penal em obediência ao marco constitucional. A evolução da sociedade, reflete na evolução ao Direito Penal, não se pode utilizar qualquer meio para se atingir determinado fim, a dignidade da pessoa humana sempre deve ser respeitada.
    Quero agradecer ao Professor Doutor Luiz Regis Prado, pelo conhecimento repassado, que, muito contribuiu para o meu enriquecer saber jurídico.
    Meu nome a Prycilla Alves Marques, sou aluna UNIALFA do 5º período do curso de Direito.

  43. Hellen Nascimento disse:

    Da maneira que se encontra nosso país atualmente cercado por crises, se faz necessária todas as formas para se garantir o cumprimento das leis. Obrigada professor por compartilhar seu conhecimento de forma brilhante .
    Hellen Silva Nascimento, aluna do 9 período do curso de Direito, da Unialfa.

  44. Douglas Bonaldi Maranhão disse:

    Excelente entrevista Professor Doutor Luiz Regis Prado. Temas atuais enfrentados com a clareza e a profundidade do grande jurista que o senhor é. Obrigado por compartilhar o seu pensamento com todos.

  45. Alex Alves disse:

    Sou estudante do primeiro termo de Direito da faculdade Toledo Prudente. Excelente entrevista do professor Luiz Regis Prado, aborda temas atuais e de altíssima relevância do ponto de vista científico do Direito, deixando com clareza sua posição e oferecendo um ponto de vista repleto de argumentos com fundamentação jurídica. Com certeza é um ótimo material de estudo para se interar sobre a situação política e jurídica no Brasil.

  46. Uma excelente entrevida Professor Doutor Luiz Regis Prado. Com uma brilhante abordagem sobre o assunto que é bastante atual em nosso país no âmbito jurídico penal. Explicando claramente o seu ponto de vista, assim nos passando uma nova visão sobre o assunto. Alem de ser um excelente material de estudo.

    Sou aluna do curso de DIREITO da faculdade Toledo Prudente. turma 1°C, manhã

  47. Felipe Antunes disse:

    Felipe Antunes Yonemoto, aluno do 1C do curso de Direito da faculdade Toledo Prudente.
    Vivendo em Maringá sempre ouvi elogios sobre o professor Luis Regis Prado de amigos e parentes que o conheceram durante seu período na Universidade Estadual de Maringá e agora entendo o porquê.
    Excelente entrevista, em particular seu comentário sobre a teoria finalista de Welzel (objeto de nosso estudo durante as ultimas aulas) e em especial sua citação “(…)adotar uma ou outra doutrina não se apresenta como o aspecto mais relevante, mas sim que esteja ela em consonância com o referido modelo de Estado e os direitos e garantias fundamentais albergados na Constituição”.

  48. João Carlos Dias Filho disse:

    Costumo estudar Direito Penal por um dos livros do Professor Luiz Regis Prado. Ao ler essa entrevista, me senti ainda mais inspirado ao observar o grau de lucidez e coesão do Professor ao tratar assuntos que vão além da doutrina, mas fazem parte do nosso cotidiano nas dadas condições enfrentadas em nosso país.

    Parabéns pela iniciativa de todos e, muito obrigado Professor pela aula dada por aqui!

    Aluno do 1° termo C da Toledo de Presidente Prudente

  49. Ana Laura Altomar disse:

    Professor Luis Regis Prado mostrando o vasto conhecimento que possui sobre o Direito Penal, assim como faz em seus brilhantes livros. Abordando temas com extrema coerência que possuem grande relevância na sociedade atual e que precisam ser discutidos e comentados. Ótima entrevista Professor!

    Aluna do 1°termo D da Toledo Prudente

  50. João Vitor Nunes disse:

    Parabéns pelos comentários na entrevista do professor Luiz Régis Prado, mostrando um grande conhecimento sobre o assunto e explicando de forma bastante clara o seu ponto de vista.
    Trata-se de um ótimo material que irá agregar bastante nos estudos de Direito.
    Aluno João Vitor Nunes Marques
    Curso de Direito Centro Universitário Alves Faria – UNIALFA

  51. Gabriela C. Santos disse:

    Excelente entrevista com o Prof° Luiz Régis Prado, temas extremamente atuais e relevantes, de grande valia para nós acadêmicos e para a sociedade como um todo, obrigada pela oportunidade.

    Profº Diego e Bruna, parabéns pela entrevista.

    9º Período, Faculdade Catuaí

  52. Vanessa kelly Pazzoti disse:

    Ótima entrevista,muita objetividade nas perguntas e respostas.
    Respostas tecnicas que nos ajudam a refletir e entender sobre questões que nos assolam diariamente.
    Faculdade Catuai – Cambé

  53. Michele C. De Aguiar disse:

    Obrigada Professor Diego e Bruna pela entrevista. Absorver um pouco do conhecimento desse grande Jurista Dr. Luiz Regis Prado em temas atuais nos leva a grandes reflexões no Direito Penal Brasileiro.
    Michele Aguiar
    5° período, Direito Faculdade Catuaí.

  54. Marcos disse:

    Parabéns professor Diego fez um ótimo trabalho relatando a vida profissional e académica do DR Luiz Regis Prado.

  55. Gustavo Sosso disse:

    Parabéns pela entrevista. Salta aos olhos o brilhantismo das respostas, realmente é um pensador incomum e merecedor do reconhecimento que ostenta.

    9° período, Faculdade Catuaí.

  56. Renata Silva de Souza disse:

    Como sempre professor Diego Prezzi arrasando em tudo o que faz. Excelente entrevista. Parabéns!

  57. Leonardo basso disse:

    Gostaria de parabenizar pela excelente entrevista, por abordar temas atuais e de altíssima relevância do ponto de vista científico do Direito Penal.
    7° período,Direito Faculdade Catuaí.

  58. Renata Souza - Faculdade Catuaí disse:

    Como sempre professor Diego Prezzi arrasando em tudo o que faz. Excelente entrevista. Parabéns!

  59. Joslaine Montanhana disse:

    Parabéns pela iniciativa da entrevista professor Diego.Trata-se de grande jurista ilustre, professor Regis Prado, grande valia para nós. Foi de muito coerência.
    Joslaine Montanhana
    Faculdade Catuai

  60. Marcela Cinquini disse:

    Excelente entrevista, mas também vindo do Professor Diego não tem como esperar pouca coisa.
    Marcela Cinquini
    Faculdade Catuaí

  61. Seu Odair disse:

    Que entrevista fantástica , 30 anos em Curitiba e não vi nada assim!!! Parabéns ao grupo.

  62. Franciele Morandi disse:

    Brilhante entrevista!! Parabéns Professor Luiz Regis Prado pelas respostas. Dono de um conhecimento excepcional e uma leveza e didática incrível em suas explicações. Parabéns Bruna, e em especial Professor Diego Prezzi pela entrevista. É sempre uma honra poder acompanhar o seu trabalho. Franciele Morandi, 9° Período Direito – Faculdade Catuaí

  63. Parabéns pela entrevista Professor Luiz Regis Prado. Que nos acrescenta conhecimento de maneira simples e concisa. E os entrevistadores Professor Diego Prezzi e Bruna pela condução e sabedoria em colher tanto conhecimento.Aline Lopes de Oliveira 7 Período – Faculdade Catuaí

  64. Mariana Souza 7° período da faculdade Catuaí disse:

    Belíssima entrevista, parabéns professor Luís Regis Prado !!!!
    Uma belíssima oportunidade de aprender com temas de extrema relevância.

    Parabéns professor dr. Diego e Bruna !!!

    Mariana Souza 7° período da faculdade Catuaí

  65. ANDERSON LOPES disse:

    Excelente entrevista!! Temas atuais tratados didaticamente.
    “(…)ser conforme aos ditames constitucionais-legais, nada mais nada menos”.
    Perfeito!
    Anderson Lopes – 7º período – Faculdade Catuaí – Cambé-PR.

  66. Tiago Pereira disse:

    Palavras de saltar aos olhos! Sempre objetivo e corrente. Obrigado pelas palavras professor Luís Regis Prado.

    Brilhante escolha do tema professores Diego Prezzi e Bruna Castro!

    Tiago Pereira, discente do sétimo período da faculdade Catuaí/ Cambé

  67. Vitória Pozza Scudeller disse:

    Excelente entrevista! Obrigada pela oportunidade de conhecimento científico aos estudantes de Direito.
    Vitória Pozza Scudeller, aluna do 1° D da Toledo Prudente Centro Universitário.

  68. Mauricio Moreira Balthazar disse:

    Excelente entrevista com o Prof°, parabens!

    Aluno do 1°termo D da Toledo Prudente

  69. Ana Cecillia da Silva disse:

    Gostaria de parabenizar o Prof. Luiz Regis Prado pela excelente entrevista e sábias palavras. De forma objetiva e esclarecedora expôs sábias palavras sobre a importância do direito Penal e a sua importância no Direito Constitucional. Como o senhor disse “Ainda predominante na doutrina e na jurisprudência brasileiras” creio que com certeza deve haver melhorias e atualizações do Código Penal para diferentes tipos de preconceitos que estão cada vez mais frequentes, por exemplo. Para que seja cada vez mais justa a aplicação das leis dentro dos direitos e garantias fundamentais da Constituição Federal.
    Aluna Ana Cecillia do 1ºD da Toledo Prudente Centro Universitário.

  70. Gabriela Alves Coelho Gomes disse:

    Excelente entrevista. Sobre os assuntos abordados; além de serem atuais, são de grande profundidade científica e fundamentação jurídica, o que nos remete à uma verdadeira aula!
    Professor Luiz Regis Prado, obrigada por contribuir sempre com seu vasto conhecimento!
    Gabriela Alves – Aluna do 1ºC da Toledo Prudente Centro Universirário.

  71. Mariana Cesar Lima disse:

    Entrevista excelente, uma didática invejável. Grande jurista ilustre,autor sinônimo de excelência no ensino do direito penal. Parabéns aos envolvidos!

    Estudante Mariana Cesar
    Cursando primeiro termo D
    Universidade Toledo Prudente

  72. Larissa Macedo Gonçalves disse:

    Aluna Larissa Macedo 1ºD da Toledo Prudente Centro Universitário.

    Uma excelente entrevista com o Professor Regis Prado, mostrando sua carreira em âmbito ao direito penal.Nessa entrevista podemos perceber sua posição em relação ao sistema judicial Brasileiro. Parabéns Diego Prezzi Santos e Bruna de Azevedo de Castro por nos proporcionar essa entrevista tão ampla e vantajosa.

  73. Lorena Ferrer Sorrilha disse:

    Gostaria de parabenizar o professor Luiz Regis Prado e demais envolvidos pela brilhante entrevista. O professor sempre se demonstra coerente em suas respostas, que são extremamente construtivas e nos proporcionam profundas reflexões.
    Lorena Ferrer Sorrilha – 1°D – Toledo Prudente Centro Universitário

  74. Caroline Aléssio disse:

    Uma formidável entrevista com respostas de extrema eficácia. É admirável o posicionamento do professor Luiz Regis Prado diante das questões atuais do Direito Penal.
    Caroline Aléssio – 1°D Toledo Prudente Centro Universitário.

  75. amanda melo disse:

    Parabéns professor Luiz Regis Prado, ótima entrevista! Abordou temas atuais que nosso pais vem enfrentando de uma forma admirável e clara, esclareu muitas duvidas que eu tinha sobre! Obrigada
    Aluna 1 D- Direito, Toledo.

  76. Debora almeida disse:

    Parabens ao Genjuridico ao entrevistador e e ao porfessor Luis Regis Prado que nos presenteou com belas respostas e sobre temas atuais de grandes reflexões excelente entrevista
    ALUNA -1D Debora Almeida Toledo

  77. Debora almeida disse:

    Parabens ao Genjuridico ao entrevistador e e ao porfessor Luis Regis Prado que nos presenteou com belas respostas e sobre temas atuais de grandes reflexões excelente entrevista .
    ALUNA -1D Debora Almeida Toledo

  78. Guilhermino da Silva disse:

    Parabens pelo trabalho aqui exposto, aqui esta uma aula de direito penal em todas as instancia do aprendizado, me sinto agraciado com tamanha competencia dos entrevistadores e o entrevistado, uma leveza nas palavras assentafas, autoexplicativa as respostas, e as pergunta muito bem elaboradas dentro do conteudo fisico do asdunto proposto, firmo aqui, uma aula, e porque nao dizer, uma magna aula, em especial ao prof. Diego, sito por que conheço e referendo a todos, parabens.

  79. Thais disse:

    Parabéns a todos os envolvidos nessa magnífica entrevista! Obrigada Dr. Regis Prado por compartilhar conosco parte de seu conhecimento, e ao Professor Diego por nos proporcionar essa oportunidade.
    Thais – 9º Período – Faculdade Catuaí

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