Fran Martins

Francisco Martins, ou Fran Martins, como é mais conhecido, nasceu em Iguatu, no dia 13 de junho de 1913, e faleceu em Fortaleza, no dia 29 de junho de 1996. Seu nome civil era Francisco Martins, mas, seguindo o exemplo do escritor português Fran Paxeco, o prof. Antônio Martins Filho sugeriu ao irmão encurtar o prenome. Foi Professor de Direito Comercial da Faculdade de Direito da Universidade Federal do Ceará. Suas obras contribuíram significativamente para a construção do Direito Comercial, inclusive antecipando os muitos problemas – e soluções – para questões envolvendo cartão de crédito. Na qualidade de cientista do Direito, ultrapassou barreiras e fixou as balizas de perspectivas futuras, atemporais, com o determinismo de uma memória do Direito comercial brasileiro. Embora seja um jurista conhecido por suas ideias precisas e claras, Fran Martins é autor de expressividade literária, incluindo crônicas, novelas e contos, como Manipueira (1934), Noite feliz (1946), Mar oceano (1948), O Amigo de infância (1960), A Análise (1989), Ponta de rua (1937), Mundo perdido (1940), A Estrela do pastor (1942), O Cruzeiro tem cinco estrelas (1950) e A Rua e o mundo (1962). Foi membro da Academia Cearense de Letras e também fundador do Grupo Clã, um movimento literário modernista da década de 1940.

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